
POVO APYÃWA
Terra Indígena Urubu Branco, Mato Grosso, Brasil.



QUEM SOMOS
O Povo Apyãwa, também conhecido como Tapirapé, habita as Terras Indígenas Urubu Branco e Tapirapé/Karajá, localizadas no estado
de Mato Grosso.
Nossa organização social é estruturada em aldeias, cada uma com seu cacique, sob a liderança de um cacique geral, assegurando a gestão coletiva
e o fortalecimento da nossa cultura.
A língua Apyãwa, da família tupi-guarani, é falada por toda a comunidade e representa um dos pilares da preservação de nossa identidade.
Mantemos vivas as tradições, rituais e saberes ancestrais que orientam nosso modo de viver, respeitando a terra, a natureza e os valores
de coletividade, espiritualidade e resistência.
Seguimos comprometidos com a proteção de nosso território, da nossa cultura e dos direitos conquistados, garantindo às novas gerações
o fortalecimento da memória, da autonomia
e da dignidade de nosso povo.
Somos um povo de raízes profundas, que honra sua história e caminha com coragem para o futuro.
NOSSA HISTÓRIA

A história do Povo Apyãwa/Tapirapé é marcada
por resistência, superação e luta pela preservação de nosso território, cultura e modo de vida.
Desde os primeiros contatos com não indígenas, em 1914, enfrentamos desafios como ataques, deslocamentos forçados, epidemias e tentativas
de invasão de nossas terras.
Mesmo diante dessas adversidades, mantivemos nossa organização social, nossos rituais e o vínculo com os lugares sagrados, realizando visitas anuais ao território tradicional.
A luta pela demarcação das Terras Indígenas Tapirapé/Karajá e Urubu Branco foi um marco fundamental na nossa trajetória, com
a homologação oficial ocorrendo em 1983 e 1998, respectivamente. Esse processo foi possível graças à coragem e à determinação de nossas lideranças, sempre apoiadas pela força e união
da comunidade.
Seguimos atentos e atuantes na defesa de nossos direitos e na garantia da integridade de nossos territórios, reafirmando a continuidade do Povo Apyãwa/Tapirapé.
Nossa história é de luta e resistência, mas, acima de tudo, é uma história de esperança, dignidade
e pertencimento.



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